
No começo dos anos 80 não existia coisa melhor pra se fazer do que passar algumas horas na frente da televisão jogando River Raid, Space Invaders, Enduro e Pac-Man. Não lembro exatamente o ano (dessa propaganda do Ploc eu lembro), mas eu devia ter uns 10 ou 11 e ainda não tinha sido apresentado ao Black Sabbath.
O meu único problema é que eu não tinha um Atari. Quem tinha era uma prima que morava em Porto Alegre e que vinha pra Caxias uma vez por mês no máximo. E quando ela chegava com o Atari pretão era um caos de tantos primos e tios esperando a vez pra jogar.
O Atari 2600 era uma máquina fabulosa: memória RAM de 128 bytes e ROM de 4 kb. O poder de processamento e o som mono em dois canais eram simplesmente violentos. Impossível não ficar atordoado depois de sessões de mais de 8 horas de River Raid.
Genial é baixar um emulador do Atari e descobrir que a jogabilidade é exatamente a mesma no computador. Ah, e os jogos são arquivos de 2 a 3 kb.
- Esse post está participando da Promoção O Fim da Várzea – Half Life.



O Atari é muito bom mesmo, mas meu console preferido sempre será o Mega Drive. A um tempo atrás eu tinha baixado um emulador do Atari, mas acabei perdendo o arquivo, vou baixar novamente. Ultimamente tenho jogado bastante – usando emuladores – jogos do Mega Drive, e também Goldeneye 007 do Nintendo 64.
Você tem bom gosto musical – Black Sabbath.
Até mais.
Antes de ganhar o meu eu ia na Hermes Macedo e nas Lojas Fretta. Haviam filas para jogar lá dentro da loja! Todo mundo se revezando nos controles… nossa era uma coisa de outro mundo!
Joguei pouco Atari, mas meu favorito era Hero, aquele do carinha que salvava sempre o mesmo refém em 12 fases, dava para passar horas
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